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RiP: A remix manifesto is an open source documentary about copyright and remix culture

Submitted by Patricia Martin on 26 September 2009 No Comment

ripimage_0URL: http://www.nfb.ca/rip

Brett Gaylor’s “RiP: A Remix Manifesto” studies the paradoxes of copyright law and its discontents, but mainly it’s a celebration of remix culture in the twenty-first century. Using music sampling artist Girl Talk as his primary case study, Gaylor explores the ways a new generation of artists have uncovered original methods for creating something new from the fabric of something old—and he slyly ties the trend to a consistent aspect of art history. Touching on infamous situations such as the recording industry’s sloppy lawsuits against music downloaders, he surveys a wide variety of discussions taking place in both legal and aesthetic circles. As far as educational documenatries go, Gaylor’s work makes for a fun ride, filled with snazzy animations, enthusiastic talking heads and one helluva Girl Talk show.

Indiewire

The authors are now collecting contributions towards Rip 2.0 – they’ve shown several evolved versions at film festivals, and the goal is to present a final version in 2010! To participate go to: www.opensourcecinema.org/

Manifesto pela liberdade de ideias: Documentário ‘Rip’ trata de acesso à informação e usa Brasil como exemplo
André Miranda (Jornal O Globo)

O Festival do Rio vai exibir um filme que pode ser visto na internet,
copiado para os amigos e até modificado à vontade por seu espectador.
“Rip: um manifesto remixado” é uma raridade num disputado mercado em
que cineastas passam mal só de imaginar que parte de sua obra possa
cair na rede gratuitamente. A diferença é que o tema do documentário
do diretor canadense Brett Gaylor é justamente a importância de que a
informação circule livremente.
A “pirataria” não é um termo usado por Gaylor. “Rip” trata do acesso a
ideias. Para isso, ele busca histórias e personagens que tiveram
problemas com a indústria fonográfica, como a americana Jammie
Thomas-Rasset, a funcionária de uma reserva indígena que foi condenada
a pagar US$ 222 mil por compartilhar 24 músicas, e o artista Girl
Talk, um dos mais famosos DJs contemporâneos de mashup, a prática de
misturar duas ou mais canções numa só.

— Nós queremos mostrar que é perda de tempo ficar atacando a pirataria
ou fazendo leis que punam as crianças que baixam música. Mas isso
também não quer dizer que achamos que tudo deva ser de graça — explica
Gaylor, por telefone, ao GLOBO. — O Brasil é um bom exemplo de que é
possível haver uma balança.
Não estou dizendo que o Brasil apoia a pirataria, sei que não é assim,
mas há um respeito pelo domínio público, não apenas na música mas
também nas leis de patentes. A quebra da patente dos medicamentos para
o tratamento da Aids pelo governo brasileiro mostra o que o país quer
criar para o futuro.
O Brasil não surge apenas no discurso do diretor. Auxiliado pela
produtora Daniela Broitman, Gaylor passou um mês por aqui, filmou
bailes funks, entrevistou artistas e tratou o país como uma prova de
que a informação não precisa ser controlada. Seu primeiro contato com
Gilberto Gil, ministro da Cultura na época das filmagens de “Rip”, foi
por conta do apoio do artista baiano à Creative Commons, organização
que defende licenças abertas de uso de conteúdo. A equipe do filme
também fez uma oficina de vídeo na favela da Rocinha, e as imagens dos
jovens foram incorporadas à edição final.

— Conheci o “Manifesto Antropofágico” e aprendi como a cultura
brasileira foi formada por um mix de outras culturas.
Foi bastante inspirador descobrir que o Brasil é reconhecido por ter
se baseado no que veio antes. Eu acho que isso é uma experiência
fabulosa para pensarmos o que se deve fazer no século XXI — diz
Gaylor.

Sessões programadas até a próxima sexta-feira

O século XXI, porém, ainda não está inteiramente aberto às ideias de
Gaylor. No filme, numa locução em off, o próprio diretor assume que
“usar essas músicas é contra a lei”. Por isso, alguns festivais e
canais de TV se negaram a exibir o documentário.
Apesar disso, a obra foi financiada pelo National Film Board of
Canada, uma agência pública de cinema.

— Muita gente ama o filme, e há outros que dizem que ele é o demônio.
O importante é entender que ele trata de criatividade e de como se
deve ser criativo — diz Gaylor.
A criatividade de “Rip” tem sessões programadas no Festival do Rio
amanhã (Espaço de Cinema, às 16h45m e às 23h30m), domingo (Estação
Barra Point, às 14h15m), terça (Cine Glória, às 20h), quarta (Estação
Vivo Gávea, às 17h30m) e na próxima sexta (Estação Vivo Gávea, às
22h20m).


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